A Associação Portuguesa de Empresas de Gás Natural (AGN) aconselha os consumidores

Lisboa, 16 de Junho de 2012

 

A nova etapa da liberalização do mercado de gás natural vai abranger cerca de 140 mil clientes, clientes domésticos, pequenas e microempresas, incluindo, por exemplo, restaurantes e pastelarias, com consumos anuais superiores a 500 m2. 


É a penúltima etapa na liberalização do mercado de gás natural, num processo que começou em 2007 para os grandes consumidores industriais.


A nova etapa que agora começa vai passar por um período transitório e por isso ainda foi fixada pela ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos - uma tarifa transitória que terá um agravamento para incentivar os consumidores a transferirem-se para o mercado liberalizado.


O diretor executivo da AGN - Associação Portuguesa das Empresas de Gás Natural lembra que “existem várias empresas a comercializar gás natural em Portugal e que os consumidores devem procurar informar-se sobre a oferta que melhor se adequa aos seus interesses, quer em valor tarifário quer ao nível de serviços”. 


António Pires refere que “entre 90 a 95% dos consumidores industriais estão já no regime de mercado e a partir de Janeiro o mercado será liberalizado para todos, incluindo os consumidores domésticos dos escalões mais baixos, haverá também aqui um período de transição, mas como a tarifa será agravada, aconselhamos todos os consumidores a procurarem a oferta que melhor satisfaça as suas necessidades”.


O período transitório prevê que o mercado esteja totalmente liberalizado até 2016, mas pode ser encurtado se entretanto 90% dos consumidores passarem para o mercado livre.

18 junho 2012