Gas Natural em 2013 na Madeira

No âmbito do Plano Energético Regional, o Governo daMadeira decidiu promover a introdução de gás natural na Madeira,  proporcionando à economia regional uma nova matéria-prima energética mais limpa, mais amiga do ambiente e competitiva faceao petróleo e seus derivados.
A realização de diversos e aprofundados estudos sob a responsabilidade da EEM, demonstraram viabilidade técnica e económica da introdução do gás natural na Madeira, revelando ser um combustível competitivo, em termos de custo, como alternativa à utilização de produtos petrolíferos para a produção de electricidade, como, também, nos restantes sectores da economia regional e para usos domésticos.
A nível de protecção ambiental, proporciona uma muito significativa redução das emissões poluentes para a atmosfera, para além de permitir diversificar as fontes de aprovisionamento, o que, dada a envolvente internacional que caracteriza os mercados energéticos actuais, constitui um inegável factor de segurança.
A orientação estratégica regional para o sector de produção de electricidade de origem térmica, prevê a substituição gradual da fonte de energia petrolífera (o fuelóleo), actualmente utilizada por alternativas mais ecológicas, com menor intensidade de carbono, como é o caso do gás natural, destacadamente, o combustível fóssil mais limpo.
Comenta o Vice-Presidente do Governo Regional, João Cunha e Silva, «Apesar das contingências económico-financeiras do momento, temos de realçar que estamos em presença de um projeto estruturante, que diminuirá a nossa dependência do fuelóleo, com claras vantagens económicas e ambientais. Se associarmos esta opção aos investimentos já feitos na eólica, no biocombustível e na hídrica, com particular destaque para a ampliação do aproveitamento hidroelétrica da Calheta, facilmente constataremos que estamos a acautelar o futuro dos madeirenses e a contribuir para um melhor ambiente, sendo expectável que em 2020 tenhamos atingido os 50% de penetração de energias limpas na produção de eletricidade, muito acima dos 20% exigidos pela União Europeia»

26 novembro 2012